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Sábado, Março 08, 2008
Independente de quantos years... years a years, os years vão passando.
As músicas que parecem comigo não são minhas. Os sons não vêm de mim.
Vou de ônibus em ônibus imaginando frases...
Tem um trecho que eu amo:
Em Las Vegas é sempre natal
No meu coração, sempre carnaval
E minhas pernas já não aguentam mais.
Eu amaria ter criado isso, mas não criei. Nunca pus num pedaço de papel.
Gy Sábado, Março 08, 2008
Sexta-feira, Setembro 21, 2007
Já pensei em descrever diversas coisas de diversas maneiras. Pensei em descrever alguém que todo mundo sabe quem é e eu não, pensei em descrever alguém que é (ou não) e ninguém sabe.
Música agora é basicamente "catucão" ou não
Filme agora só o mais cabeça ou o mais idiota possivel, ou não.
As vezes muita vontade, as vezes sem chocolate por um bom tempo.
Selinho, só aqueles apertanto bastante uma boca contra a outra.
Lençóis, de preferencia limpos, mas sem problema com os sujinhos, já que passo tempos sem lavar os meus.
O mal humor continua sendo uma arma de defesa fatal. Defesa de quê????
Com a mesma vontade de entrar num ônibus, sem destino, só pra ficar olhando a vida pela janela.
Aquela banda que tinha tudo pra se transformar num todo, será sempre a maior frustação.
Se apegando demais e muitas vezes de menos, isso não é novidade.
Amando demais. Pois essa é minha única chance de crescer.
Gy Sexta-feira, Setembro 21, 2007
Terça-feira, Julho 24, 2007
É... Dói muita coisa ainda...
Dói meu joelho direito e sua cicatriz que nunca vai cicatrizar. Dói meu joelho esquerdo, que, de tanto poupar seu vizinho já não suporta mais.
É, meu amigo! Vizinhos assim são difíceis de encontrar.
Muita coisa vai doer ainda, cirurgias ainda não marcadas, meus olhos, toda vez que eu tirar os óculos...
Nem juntando todas as dores possíveis, nenhuma delas se comparará a uma alfinetada minúscula no coração, até naqueles lugares menos usados.
Descubro-me a mesma senhora, com os mesmos 20 e com o coração bem mais pesado, triste e cheio de desconfianças bobas e sérias, e tudo o que eu mais queria é ser confiante na vida e em tudo o que nela há. Confiante mesmo sabe? Confiante daquelas de confiar até no rabo dos outros e sentar na privada do banheiro do bar.
Gy Terça-feira, Julho 24, 2007
Terça-feira, Julho 03, 2007
Descobri que minto! E minto bem... Pra mim mesma!
Minto que to engordando, que nada mais me importa, além do valor nutricional de cada cereal que ponho na boca, de cada morango que... Não. Morango não!
Começo a gostar de matemática e a calcular quanta celulite mais ainda cabe na batata da minha perna. Minto às vezes que sou bonitinha, outras que sou feiiiinha...
E nessa magreza toda é tanto escuro... Tanto escuro que começo a ver fantasmas de todos os lados. E é tanto fantasma que aparece fantasma até dos 18, e é tanto fantasma, tanto fantasma... Na verdade, é fantasma demais pra pouco ghostbuster. Caçador de mim, caçadores de mim, eu, caçadora de mim. Preciso ser honesta: a arroba não ta valendo nada, nem no mercado de troca.
Atolada em vícios, continuo mentindo, dessa vez sobre o que sou. Descolada, que é pra justificar a falta de cola pra juntar os caquinhos do meu coração. E achando pouca a quantidade de vícios que há nesse corpo esquelético e nessa mente empoeirada. Ainda acho tempo pra ser contraditória.
Porque afinal, “Eu não minto, eu não sou assim...”
Gy Terça-feira, Julho 03, 2007
Sexta-feira, Março 09, 2007
Então...
Só prá dizer pro nada:
ESTOU VIVA!!!
Gy Sexta-feira, Março 09, 2007
Terça-feira, Janeiro 03, 2006
Um dia eu acordei de uma noite não dormida e já era Natal... E daí, comecei, mentalmente, a escrever um texto pra postar aqui no blog, mas desisti ao reler o post do dia 31/12/04.
Tudo aconteceu do jeitinho que desejei, tudo! E agora tá na hora de planejar o próximo ano, não, o planejamento já está bem detalhado na minha cabeça, preciso é de ajuda pra pôr em prática.
É o seguinte: Vou escrever uma peça de teatro, VIRADA 3MEIA5, e para ela já foram escalados duas protagonistas e um coadjuvante, todos os outros papéis estão vagos, até mesmos os de figurante, então, para quem se interessar, essa peça será a história de uma garota que está saindo da interiorana casa dos pais e terá de começar do zero, numa nova cidade, tendo que conquistar novos amigos, novos espaços, arranjar um emprego, pagar suas contas, comprar fogão e decoração. Ela terá que crescer e perceber que brincar de casinha ou de papai e mamãe não são tão fáceis, como ela já imaginava.
Nas mãos a bagagem, no peito a coragem, no coração um pequeno espaço (o suficiente), ao seu lado um amor e um amigo.
A pessoa? Insegura, nada tímida, ciumenta, mal humorada quando quer, simpática quando quer, gosta de escrever por ainda não ter aprendido a falar, amiga, prestativa quando quer também, medrosa, corajosa, romântica, desconfiada por conseqüência, sensível, insensível carente, calma, estressada e um bocado de coisas mais que ela ainda vai descobrir.
A personagem? Quase a mesma coisa, ela vai mudar algumas coisas com o tempo.
Como a arte imita a vida e a vida imita a arte, estou à procura de pessoas que possam ajudá-la nesse trajeto, que possam levantá-la quando cair ou até mesmo derruba-la quando estiver de pé, se isso engrandecê-la de alguma forma.
O ano já começou! Aperta start, na vida a gente perde, faz parte.
Gy Terça-feira, Janeiro 03, 2006
Quinta-feira, Dezembro 01, 2005
E agora que não há mais lugar?
Nem pra mim, nem pra nós?
E agora que o universo não quer mais conspirar?
O que faremos se o nós virar sós? (30/11/05)
Acordarei com um sorriso no rosto e um aperto no peito
Sabendo que estarei com marcas no corpo
Certa de que fui convencida que não havia mais jeito
O amor é um sonho lindo
E sonhar é o que faço de mais mágico
Há quem ache em mim complexo, há quem ache trágico
Mas pra mim, amar você é tão fácil
Que eu nunca imaginei escorrer pelos dedos
Uma felicidade de pele branca e cabelos negros
Finalmente vi luz na luz do sol
Senti frio no anoitecer
Machuquei o dedo e senti dor
Encontrei a outra ponta do amor
Chorei de felicidade e solucei de desespero
Tirei um anel que no meu dedo sempre será o lugar
Fui posta pra fora...querendo ficar...
Fui Maria Bonita e escolhi viver
Fui bicho do mato assustado com medo de perder
Hoje sou relógio de pulso arranhado esperando por você!... (01/12/05)
Gy Quinta-feira, Dezembro 01, 2005
Domingo, Novembro 20, 2005
A previsão do antes previsível já não é mais tão clara, revezo-me entre ser ofuscada pelo amor e pela realidade, pela razão e a emoção, pelo ir e o vir. Eu deveria estar lá, mesmo estando aqui eu deveria estar lá, mas não, eu estou aqui mesmo, sentada, centrada, ofuscada, sombreada, despenteada.
Levei a sério uma frase já cantada por alguém só porque achei bonitinha, mas não tão a sério a ponto de ser acreditada.
Foram tantas realidades e ilusões se misturando que de real mesmo só esse quarto lilás, esse edredom lilás, esse lençol lilás, esse travesseiro lilás, essa camisola lilás, essa pulseira lilás, Oscar e seu "Té Ámo, Té Ámo".
Gy Domingo, Novembro 20, 2005
Quinta-feira, Novembro 17, 2005
Marcas da saudade, da dor, do desespero, do medo de te perder, de não te ter, eu guardo no coração, assim como a vontade de estar desconfortavelmente confortável. Isso sim eu guardo no coração.
Marcas de um amor que não consegue ser amado, do teu nome falado a 1ª vez eu guardo na minha alma, assim como a tristeza da impossibilidade do completo. Isso sim eu guardo na minha alma.
Marcas de um ser vazio, sem amor, alma ou coração eu guardo no corpo, assim como as marcas de uma noite de violência com uma prostituta.
Porque eu "Sou fera ferida, no corpo, na alma e no coração..."
Gy Quinta-feira, Novembro 17, 2005
Quarta-feira, Novembro 09, 2005
Tombo Deus das alturas, o pedestal que eu criei para o meu Deus ainda era baixo demais.
Tombo Deus de seu trono e o jogo no meio de mortais e coloco em seu lugar quem mais combinava com aquele altar de nuvens.
Alguma coisa estava errada, talvez a poltrona fosse dura demais, desconfortável, talvez ser Deus, nem que seja para um único servo, seja responsabilidade demais.
Eu adorava adorar esse novo Deus mais que adorei a todos os Deuses que conheci durante minha curta vida de mística, eu nunca me achei uma serva perfeita, mas era fiel ao meu Deus, mataria se assim ele ordenasse, morreria se assim ele pedisse, ressuscitaria se assim ele desejasse.
A poltrona devia ser desconfortável, não cabia a 'você' essa posição. Agora te rebaixo a 'você', com v minúsculo e devolvo a poltrona a quem nunca eu deveria ter tomado e te coloco entre mortais
Agora você pode viver e caminhar pelas ruas livremente sem o medo de ser reconhecido, a responsabilidade de ser adorado ou o peso de um servo.
Gy Quarta-feira, Novembro 09, 2005
Sábado, Novembro 05, 2005
Abro o Box, entro e logo os pensamentos vão surgindo como se estivessem sendo derramados na minha cabeça junto com a água do chuveiro...
Olho pro meus pés e penso no quanto fui/estou sendo magoada por quem mais amo, penso em possíveis mentiras, em passado que fica mais presente nessas horas. Olho um corpo magro, quase esquelético, todo ensaboado que me faz lembrar sofrimento, vejo a espuma escorrer desvendando uma pele que agora lembra pureza.
Olho pra cima, pra água que cai e penso no quanto magoei/magôo quem mais amo, em flores não ditas, em palavras ditas. Lembro do rosto, do corpo e de um peito apertado por minha causa, em "lagrimas que lavaram meu ego" em vão, porque a poça de lama está sempre à minha frente.
Escuto um barulho forte, coloco a cabeça pra fora do Box, desligo o chuveiro e penso: Legal! Chuva!
Gy Sábado, Novembro 05, 2005
Segunda-feira, Outubro 31, 2005
Uma bomba vazando...
Tsiiiiiiiiiii...
Vazando restos de uma noite
Euforia e dor na primeira pessoa do plural, dividido pelo sentimento
Tu ficas com a euforia e Eu com a dor
No dia seguinte restos do vazamento
Tsiiiiiiiiiiiiiiii...
E ainda vaza
Com a força da exaustão...!...?
De madrugada mais uma tentativa de parar, estancar
Encanador ocupado, consultor desaparecido
Só me resta agora esperar o sono chegar... junto com o dia...de mãos dadas com a agonia
Gy Segunda-feira, Outubro 31, 2005
Sábado, Outubro 22, 2005
...Amo você, viu? - E eu subi no ônibus. Entrei, encarei aquele corredor como encarava o olhar das pessoas, era forte e penetrante, não, não era, mas se fosse hoje seria. Foram tantas idas e vindas que me confundo ao tentar descrever uma determinada.
Então seria assim:
...Olho o outro lado, quem observava já encontrara seu destino, partiu para o amor e eu aqui, à espera de um ônibus sujo, desconfortável e rotineiro que me levaria ao destino-que-não-é-o-meu-destino, mas aceito como passeio. Ainda estou à espera do que acaba de chegar e de acabar com a espera que nunca foi ansiosa. Desconcentrada. Estendo o braço e agora entro no ônibus, atrapalhada, tropeçando no piso sem ondulações, cabeça baixa e... Nada mais, resumia a isso. Cheguei ao destino-que-não-é-o-meu-destino e logo fui me adaptando a mim mesma, demorou pouco e resolvi questões, desatei nós, dormi bem, gostei de mim mesma, briguei com alguém e magoei também. Falava todos os dias ao telefone ou recebia noticias como uma telespectadora assistindo ao seu telejornal favorito. Eu tinha a certeza do sentido e com ela sempre vinha o anseio pelo depois. A espera tornou-se excitante, não que a espera liberasse alguma adrenalina, não, ou que a espera estivesse divertida, não, não, a espera tornou-se excitante porque tava louca de vontade de fazer amor, excitação que me acordava de manhã pra lembrar e me botava pra dormir pra imaginar. É essa cama, cama tem cara de sexo, agora mesmo.
Eu ansiava pela volta, quando voltei antes não foi uma volta, foi uma ida, tinha lá no bilhete de passagem e no meu coração que já ta com uma viagem marcada pra o dia 03 de setembro de 2015. Já imaginamos tudo, sonhei até.
Preparava-me para a volta: luz, som e boca, todas. Aí vi que não tinha sentido nenhum o que a gente já sabia que ia acontecer, e que o depois não era as ameaças de suicídio que a gente já planejava, individualmente, não cumprir e que o telejornal fez plantão excepcional para avisar do que a gente cansou de esperar sem acreditar. Não tá dando certo. Não tô me fazendo entender, também não terei pressa. E esse cheiro de fumaça hein?
É assim:
Você tava se aproximando, dia-a-dia, que nem aquelas miragens no deserto, sim, eu tô num deserto e bem pior que aqueles dos documentários do Discovery, e agora a cada passo que dou a miragem afasta 10. É uma miragem linda, tem cama, tem café da manhã, tem cama, tem novela, e tem cama, sono, cama, brigas, cama, quarto, cama, música, cama e cama
Você também não entende, não é?
Tá acabando! É isso! Tá acabando, acabando! Entendeu agora? Escorrendo pelos dedos, hummmm pelos dedos...
No outro dia:
Desculpa. O que era trágico tornou-se cômico. Minha intenção não era essa. O que quis dizer é que existe uma cesta repleta de coisas legais, divertidas, dramáticas, tristes, felizes, emocionantes, depressivas, apaixonantes, excitantes e etc... Existe essa cesta, e já estava a caminho, mas houve um problema que a fez voltar para seu lugar de origem, e, se essa cesta não chegar em minhas mãos estarei aqui, um corpo sem conteúdo, oco, vazio, com vácuos, sem nada, entendeu? Dependo dessa cesta pra ser feliz e pra viver.
Bom, Aqui estou eu, em estado de espera, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando, esperando...ando! EsperANDO.
Gy Sábado, Outubro 22, 2005
Terça-feira, Outubro 18, 2005
O MAIS QUE PERFEITO
Ah, quem me dera
Ir-me contigo agora
A um horizonte firme, comum
Embora amar-te
Ah, quem me dera amar-te
Sem mais ciúmes
De alguém em algum lugar
Que nem presumes
Ah, quem me dera ver-te
Sempre a meu lado
Sem precisar dizer-te
Jamais cuidado
Ah, quem me dera ter-te
Como um lugar
Plantado num chão verde
Para eu morar-te
Ah, quem me dera ter-te
Morar-te até morrer-te
Vinícius de Morais
Gy Terça-feira, Outubro 18, 2005
Sábado, Outubro 08, 2005
E eu que acreditava em tanta coisa...
Que era capaz de energizar uma pedra, onde estão meus Deuses?
E eu que era tão confiante...
Que andava pelas ruas com a postura incorreta, mas de cabeça erguida, que tinha poucos amigos mas os poucos me servia.
E eu que era tão segura...
Que minhas opiniões calavam a quem não as tinha, eu era forte, fraca mas forte e não dependia de ninguém pra ser feliz
Hoje estou engatinhando. Acreditar de novo em alguma coisa, me conhecer e então poder confiar e me assegurar de algo para conseguir segurar alguém.
Afinal, uma formiga ainda pode derrubar um elefante, né?
Gy Sábado, Outubro 08, 2005
Quarta-feira, Setembro 21, 2005
Bem me lembro de como era há um tempo atrás
Eu brincando de ser gente e cantando por ser feliz demais
Não tinha contas e eu não precisava ser melhor
E depois de tanto tempo longe eu ainda ouço meu nome gritado nas esquinas onde passo
Por carência ou medo do esquecimento
Sem amores escondidos no meu peito e em nenhum barraco
Tudo vazio em meu leito
Todos desconhecidos andando na minha antiga casa
Que eu abandonei para colher amores que não plantei
A ladeira do meu dia dá-me a noite uma lua amarela
Amarela também foi a rosa que me despertou...
Pra dormir sem teus lençóis
E acordar sem você
Gy Quarta-feira, Setembro 21, 2005
Sábado, Setembro 17, 2005
Saí de mim
E em poucos dias tudo a minha volta já era familiar...
Espantalhos dançantes, luas gigantes, patos, ursos e cobras falantes.
Dando-me conta que em mim é o meu lugar
Tiro os sapatos olhando ao redor sem notar que bem a frente está o mar
Despida de meu cordão de miçangas, que você arrancou pra (poder) me ter...
...Nua, abro as janelas que há em mim
Talvez seja eu a luz que ofusca você...
...Que me pediu uma canção e ganhou uma frase escrita num borrão
Voltei pra mim e descobri
Tudo diferente. Deixei de ser gente e me tornei uma palavra berrada, uma carta rasgada. A miçanga quebrada e jogada no chão.
Gy Sábado, Setembro 17, 2005
Domingo, Setembro 04, 2005
De cabeça baixa
Pregando em copo de bar
A minha presunção, que não tem orgulho, é sincera.
Com ouvidos abertos e limpos
Sabendo que só assim sou assim
Dizendo o que só pude calar
De olhos bem vivos
Assisto ao filme de uma vida distante
E ainda sim posso tocá-la com a minha
Corpo fugitivo
De lá pra cá
Fugindo até de mim mesma
Alojando-me onde dá
Sufocando a tristeza
Vivendo frases de livros que não li
Cogitando momentos que nunca vivi
E é assim:
Sem ler e viver tudo o que já senti.
Gy Domingo, Setembro 04, 2005
Segunda-feira, Agosto 15, 2005
Eu me desliguei para evitar perda total
Eu teria fugido e diria problema resolvido, cedo bastante
Eu cresci enojada pela sua cabeça de mente fraca
Me imaginar engolindo sem mastigar não tem sido difícil
Logo será minha vida
Logo será meu ritmo
Logo será minha escolha da qual você não tem parte
Filha não pródiga e eu me dirijo para o oeste
Filha desencantada e este avião não pode voar rápido o bastante
Filha não sobrecarregada atingi o chão correndo finalmente
Eu convidaria você mas estou ocupada sendo não oprimida
Eu atingi o chão correndo, apesar de não saber em direção do que
Eu atingi a cidade cambaleando, esquecendo tudo que veio antes
Eu me senti satisfeita e pronta, logo que cercada pelos peões
Eu me senti culturalmente chocada, mas dissuadida, eu não estava
Esta é minha cidade
Esta é minha voz
Este é meu gosto do qual você não tem parte
Um dia eu vou me impor novamente e falar de aventuras estrangeiras
Um dia eu vou repetir novamente e contar a você sobre esses anos sem algemas
Um dia eu vou olhar pra trás e sentir algo diferente de alívio
Satisfeita que abandonei quando fiz antes, você sabe querido você não consegue ter o melhor de mim
Quando eu falasse de talento artístico você viraria seus olhos para o céu
Quando eu falasse de espiritualidade você rotularia isso absurdo
Quando eu falasse de possibilidade você franziria as sobrancelhas e balançaria a cabeça
Se eu tivesse ficado mais tempo, eu teria certamente implodido
Estas são minhas palavras
Esta é minha casa
Estes são meus amigos dos quais você não tem parte.
Gy Segunda-feira, Agosto 15, 2005
Sexta-feira, Julho 22, 2005
Teve tudo o que eu não esperava.
Teve eu me surpreendendo. De novo. Como uma criança que sai na rua e reconhece o 'cao'.
Teve pouco espaço pra muita gente.
Teve eu no meio, olhando pro teto, ouvindo o ronco de quem tava perto, de um lado e de outro e rindo por dentro.
Teve ciúme que não saia, teve até palhaça do circo sem futuro com futuro.
Teve romance no ar.
"Teve meu amor dando bola..."
Areia dentro do bolso...
Costas correndo do chão...
Choro desesperado...
Abraço sem querer ser dado...
Teve eu chorando de feliz, dias antes. Agradecendo-te. De novo. De novo.
Teve vida que não conhecia. Gente que não conhecia. Teve Amor, Carência, Loucura, Demência, Lerdeza, Pré...(não lembro), teve de tudo um pouco que juntos... aiai...
Fazia de qualquer Reino, uma Alegria.
Obrigada a Todos do Reino da Alegria!
Obrigada a todos os Firas (hu!)
Obrigada a todos da Turma do Funil!
Obrigada pela cura minha de cada dia.
Gy Sexta-feira, Julho 22, 2005
Quarta-feira, Junho 22, 2005
É! Ciúme! Daquele que consome a alma.
Daquele que faz a alma ser consumida pelo diabo, um pacto, um belo pacto entre traidores que traem até a si mesmo.
É! Ciúme sim! Daquele que envenena qualquer olhar.
Daquele que olha até o que existe, existe e só ele vê. Possibilidades.
Você nunca sentiu? É o que te faz tirar as manchas de sangue da roupa...
Desviar os olhos como se não tivesse culpa...
Que te faz pensar que você tem força pra amaldiçoar alguém...
Que te faz ser mórbido...
È! Ciúme sim! E daí???
Gy Quarta-feira, Junho 22, 2005
Sábado, Junho 18, 2005
Agora já está tudo explicado.
Agora eu já consigo olhar para o sol e falar tudo o que você não entendeu, no céu, a lua, a nuvem, aqui, o que eu já conheço e lá o que eu quero conhecer, viver.
E agora? Você já consegue ver?
Já te mostrei a minha maior parte. Não baixe a cabeça, isso é importante! Esta sou eu e é São João, então me coloque entre os milhos e me debulhe e tire minha casca e faça do que restou algo de bom, sim! Existe algo de bom em mim que em algum momento foi posto pra fora e dado. Não! Eu não mudo, não em 6 meses. Cinco linhas pra começar. Sou impar e sou par, sou menos e sou mais, engraçada por falta de humor. Controverso. Aqui dentro.
No seu repertório, músicas que não conheço, no meu?
Um galo canta embaixo do meu travesseiro, que não seja um outro dia, será o mesmo de ontem, não quero um outro, quero um novo.
Deixe-me dormir...
Pra sempre...
Gy Sábado, Junho 18, 2005
Domingo, Junho 12, 2005
Gy Domingo, Junho 12, 2005
Terça-feira, Maio 17, 2005
Em dia de chuva a gente sempre precisa sair de casa.
Em noites de lua cheia a gente sempre está só.
Em tardes silenciosas a gente nunca consegue dormir e sempre pode surgir uma nova antologia após a definitiva.
Olho os segundos passarem como quem não tem nada a fazer, a escrever, a dizer, a gritar.
Existe uma linha do tempo que liga todo o tempo que é, que foi e que vem, passado, presente e futuro, sem ordem, misturando-se, interferindo numa vida desgovernada.
Prometo que postarei algo com sentido da próxima vez. Continua...
Gy Terça-feira, Maio 17, 2005
Quarta-feira, Abril 13, 2005
A vida deveria jogar na nossa cara o que ela sabe que nos deixaria bem, felizes, e não colocar obstáculos, dúvidas, "porquês', 'serás', "e se..."
Aquele sorvete que a gente ta morrendo de vontade de tomar e aí vem à pergunta: - "E se" eu ficar gripada? "Será" que vou ter outra crise de amídala? É só um sorvete! "Porque" tanta coisa?
É assim mesmo. Um simples sorvete, que trás consigo a mágica de congelar o momento. A vida sabe o que me faz e faria feliz, mas prefere tentar me deixar com sentimentos estáveis.
Que vida burra! Talvez eu queira, em alguns momentos, um pouco de sentimentos além do "To indo" e do "to levando"
Mágico! Mágica! Momentos que surgem ou transformam-se ou não sei o quê. Momentos que a gente demora um pouco pra perceber que ta vivendo, que ta acontecendo mesmo, naquele exato segundo, a gente olha ao redor e vê e senti e descobri que ta acontecendo, realmente ta acontecendo.
4 paredes em um certo momento me inspiraram a fazer uma música que diz que entre 4 paredes não existe vida; em outro momento as 4 paredes estão cheias de vida e nem sabem que o mundo cabe dentro delas...-deitando a cabeça no caderno, percebo que não quero escrever. Sou capaz de expressar qualquer sentimento num papel, menos a felicidade, pra mim, a felicidade não é pra ser escrita, cantada, falada talvez, publicada... a felicidade pra mim é pra ser apenas sentida... simplesmente sentida.
Gy Quarta-feira, Abril 13, 2005
Quinta-feira, Março 31, 2005
Essa cidade tem cara, 06:50h da manhã e noto que essa cidade tem cara.
Ontem ela sorria pra mim, o sol me acompanhava por onde eu fosse e quando estava quente demais a chuva chegava pra me refrescar, a cidade sorria pra mim, em alguns momentos eu conseguia ver a felicidade dela.
Hoje ela está tão escura, triste, ela chora e na minha cabeça eu a vejo andando devagar, olhando para baixo, choramingando e com uma mala na mão como se estivesse de partida, tivesse sido expulsa de algum lugar, ela está muda, muda, não fala nada, está em um silêncio angustiador, ela que é tão falante, tão sonoramente perturbadora.
Seria ela ou eu?
Eu quem a vejo assim.
"A beleza do mundo está nos olhos de quem vê" e "Os olhos são a janela da alma".
Gy Quinta-feira, Março 31, 2005
Sábado, Março 19, 2005
Quero cantar tudo o que não consigo falar.
Hoje (alguns dias atrás) eu acordei com uma vontade imensa de escrever, me definir por segundos de pensamentos e descobrir coisas não definidas por ninguém.
Há muito não olho pro caderno, há muito não me coloco em palavras... que não dizem nada. De mim.
As esmolas que não dei, fazem de mim o que hoje sou;
Os amigos que pensei ter, fazem de mim o que hoje sou;
Os namoros que tive;
As montanhas que escalei;
Os ripes que me venderam pedras e apetrechos;
O sol das 07:50;
A lua que eu nunca vejo;
As nuvens poluídas;
as cartas de tarot que um dia eu pus;
Ficar olhando a parede do meu quarto com tantas estrelas e luas fluorescentes;
As pessoas, que mesmo sem me conhecer, me tratam bem;
As pessoas que trato bem sem saber porque;
As músicas que toco;
As brigas que tenho;
As verduras que como;
Todas as festas que não fui;
Todo o amor que já me ofereceram e não aceitei por pura falta de interesse;
Os tapas e beliscões que recebo por perturbar demais.
Já fui muita coisa, já sou muita coisa agora e vou ser muita coisa depois, mas de todas e de tudo que já fui e que serei, quero ser aquela que chora, liga prá alguém, joga banco imobiliário, assiste filmes, toma sorvete, come pipoca, prende o cabelo lá no alto, usa meias em casa, dorme e sonha. Sábado a noite.
Gy Sábado, Março 19, 2005
Sábado, Fevereiro 19, 2005
Não passa...
Não passa tempo, não passa nada...
11:00 h e nada acontece, nada passa e meus pensamentos passam...
Aí passa tudo, passa vida, passa amor, passa tristeza que não passa, passa felicidade que fica, mas depois passa, passam meus passos que passam em você.
E se a cada dia eu viver? E se a cada minuto eu sorrir? E se a cada dia eu amar... A vida, as pessoas, os sentimentos, os sorvetes que a vida me dá e as saladas de verduras que me obrigam a comer? E se a cada minuto eu respirar? E me apaixonar por tudo que é novo? E de novo? E de novo? E de novo? E se numa aula qualquer eu brincar de colorir e dividir o lápis de cor? E se eu resolver não prestar atenção nessa aula? Eu nem sei colorir direito. E se eu conhecer pessoas que já conheço? E me divertir com elas? Eu consigo fazer isso. E se ao ir embora elas sentirem minha falta? Seria uma surpresa? E se ao invés de almoçar eu comer brigadeiro, salgadinho e refrigerante? Pelo menos eu engordo. E se, justamente, numa tarde ensolarada e barulhenta eu deitar e dormir profundamente? E se eu inventasse um novo código? E se eu seguisse o conselho dela (Polly) e parasse de tentar explicar a vida e tudo o que ela faz acontecer comigo?
Isso iria fazer eu me sentir menos limão!? Menos esquisita!? Menos diferente!? Menos marginalizada!?
Isso iria fazer eu me sentir mais humana!? Mais viva!? Mais legal!? Mais apaixonante!? Faria eu me sentir, por um milésimo de segundo, completamente feliz!? E nesse mesmo milésimo de segundo faria meu coração sorrir me deixando sem entender nada!? Isso faria com que eu passasse um dia inteiro rindo por ter falado, repetidamente, a palavra Lençol... Lençol... Lençol... Lençol!?
Gy Sábado, Fevereiro 19, 2005
Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
Se cada um tem a sua história...
Se cada um conta a sua história...
Também tenho a minha, também quero contar a minha.
Não posso começar com "Era um vez..." porque geralmente todas as histórias que começam com essa frase tem um final feliz, então...
Não quis escrever este texto, muito menos postá-lo mas algo mais forte que eu me obrigou, a minha vida.
21 anos, desmemoriada graças a Deus, pois sei que se lembrasse de mais coisas da minha vida talvez minha cabeçinha perturbada e meu coração cheio de mágoas não suportariam...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
...
Não vou continuar, não vou escrever isto.
Apenas saibam: esse sorriso que estampo no rosto não é feliz, é falso!
Não me decido se sou feliz ou triste né? Bom...Não acho possível um coração como o meu conseguir ser feliz. No máximo alegre, as vezes.
Gy Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
Sexta-feira, Janeiro 21, 2005
Palhaça do circo sem futuro
Palhaça que caça, que fracassa, que desgraça!
Tão novinha e já perdeu a graça... Coitada, sempre violada.
Mas que palhaça!!! Sempre descalça e ainda acha que usa sandalia. Tão novinha a bichinha... 21.
Palhaça do Circo, vive de bico, até hoje não sabe de onde vem a palavra mexirico. Vício? Naaaada. Que suplício. Vive rindo, rindo, rindo... só. rindo.
Palhaça do circo sem... sem o quê? Ela quer não beber, ela quer viver, entender, mas sem entristecer, sem amolecer, sem se arrepender, sem beber? Porque ela não gosta de beber?...
Sem muito... sem pouco...
Palhaça do circo sem futuro. Não sabe o que fazer no seu mundo, não sabe o que fazer com o seu mundo. Futuro.
Sou palhaça de um circo sem futuro e passo meus dias tentando...tentando...tentando... mas não consigo, se consigo não percebo e se percebo, êêêêêêê!!! E daí?!
Palhaça de um circo sem futuro e agora quer levar o circo pro reino da alegria.
Hoje não deveria ser duas, deveria ser mil, deveria ter mil.
Palhaça de um circo sem futuro. Que circo louco... bizarro... ontem vi água virar nuvem, que circo louco...
Mas que palhaçinha engraçada, sem graaaaaça, mas engraçada, com um porrote que nem precisa ser pintado. Com um sorriso que tem vontade própria, com um coração que quer apenas ou simplesmente, prá não variar, ele quer... simplesmente!
É... Tá...
Meu circo tá pegando fogo e eu tô dançando, dançando, cantando e dançando.
Meu circo tá pegando fogo, meu circo sem futuro.
Sou palhaça do circo sem futuro mas meu porrote eu não vou pintar.
Meu circo tá pegando fogo mas não quero parar de dançar, pegar fogo nunca foi atração de circo mas mesmo assim ainda pode ser um caloroso espatáculo.
Sou palhaça no reino da alegria.
Sou palhaça do circo sem futuro e tenho um reino da alegria ao alcançe da minha mão.
Hoje não posso mais ser duas. Quero ser mil, ter mil, viver mil, enlouquecer mil e dormir, chorar, doer, cair de sono.
Sou palhaça do circo sem futuro...
Hoje faço 21 e sou a palhaça do circo sem futuro.
Gy Sexta-feira, Janeiro 21, 2005
Quinta-feira, Janeiro 13, 2005
"Mentiras sinceras me interessam"
Interessam a você? Então interessam a mim também.
Sem enganar (principalmente a mim), sem me atrapalhar (isso no momento não é possível).
Mudanças se fazem necessárias. Agora e sempre, sempre mais que agora.
Trilha sonora pro momento. Momento? Será? Sei lá! Tudo bem, trilha sonora pro agora.
A cada dia passo a entender mais essas coisas que não entendo, e aí, passo a entender menos o porquê dessas coisas.
Confuso?
Confusa?
É! Ô e como. Confusa mas com o coração em paz, esse coração é previlegiado... coração que não cai na rotina, por mais que as coisas que o alegrem sejam rotineiras...
Aquele beijo que ja dei mil deles e ainda sim me deixam feliz...
Aquelas palavras que escuto todos os dias e ainda sim me deixam com uma cara de boooba ao ouví-las...
Meu coração sofre apenas com a espera.
Ahhhh... Isso sim o mata, o aperta, o estilhaça, o devora...
Mas o faz feliz... tão feliz...
Gy Quinta-feira, Janeiro 13, 2005
Segunda-feira, Janeiro 10, 2005
Humana nas horas felizes, metida a escritora nas não felizes.
Entendo isso, finalmente entendo algo em mim. Escrevo apenas quando não estou bem. Estou feliz! Entenda isso, estou feliz!
3¿ Ano, aula de Biologia, aquele professor tentando me fazer acreditar que o coração não tem nada a ver com sentimentos, que ele é apenas um músculo (involuntário e ele pulsa por você) que não sente, não pré-sente, apenas faz e é que é, uma bomba, um simples bombeador.
Se é assim, então porque esse aperto? porque essa dor?
Na realidade não sei como conduzir esse texto, se fossem duas de mim... se fossem dois textos...
"Você só me fez mudar mas depois mudou de mim", agora tenho que fazer Rita calar esse tal de Gram (ele não tem me ajudadado muito), "Meu bem, bem, bem, você é igualzinho a mim, sem tirar nem pôr, tim-tim por tim-tim, eu quero você do jeito que for, você, você, você, inteirinho prá mim"
Salvadora Rita, sempre me fazendo mudar, sempre me fazendo mudar de humor.
Minha mão vermelha (peguei muito sol ontem) não combina com o branco do papel, não gosto desse contraste e esse é mais um motivo prá eu parar de escrever agora.
Gosto e desgosto de muita coisa nesse momento.
Porra! Se fossem duas de mim...
Tenho certeza que esse texto seria no mínimo compreensível.
Gy Segunda-feira, Janeiro 10, 2005
Sexta-feira, Dezembro 31, 2004
Que venha 2005 então
Que venha com toda a verocidade de uma brusca mudança, prá poder ser visivelmenete sentida...
Mas que venha suave também, prá que fiquemos felizes sem saber o porque e sem precisar ao menos explicar, simplesmente felizes.
Que venha com grandes acontecimentos, prá que este ano seja marcado e lembrado...
Mas que venha também com pequenos grandes detalhes, prá que nossas vidas não sejam mas as mesmas e nossos corações modificados. Para sempre.
Que venha com grandes amores, aqueles já escritos e vividos por grandes romanticos, prá que este ano seja doído, feliz, triste, empolgante, ancioso, desepcionante, apaixonante, dolorido, leve...intenso...vivido. Vi-vi-do.
Mas que também venha com amores relâmpagos, não menos importantes que o anterior, que vem com tudo que os grandes amores tem, mas com uma grande diferença: São colocados em nossas vidas com um único grande propósito. Qual? Só quem já possuiu ou possui esse amor pode responder.
Que venha com momentos alegres, prá que possamos sorrir, nos divertir, prá diminuir as rugas, alegrar nossos corações, melhorar nossa pele e fazer com que encaremos a vida com um jeito todo especial, com alegria.
Mas que também venha com momentos tristes, prá que não fiquemos só na alegria e nos privemos da beleza que é sofrer, a alegria nos priva do crescimento que só a dor nos proporciona.
É isso pessoal!
Um Ótimo Ano de 2005 prá todos.
Amor, Paz e Harmonia.
Gy Sexta-feira, Dezembro 31, 2004
Sábado, Dezembro 25, 2004
O pôr-do-sol? Eu não vi. A lua nascer? Também não.
Minha vida tem poesia, minhas letras? Não.
Tenho uma memória de leão, leão tem memória?
Todos os medos, demônios, aflições, anciedades, mágoas, amores.
O que nasce, o que morre, o que quero, o que não quero.
Vida, família, o que é meu e o que não é.
Vontades, desejos, passado, futuro...
Tudo num cheiro... em 1 único cheiro. Finalmente algo que incentive minha memória a funcionar, o cheiro.
E naquele cheira-cheira...
Cheiro de tinta. Violão, música: Nós Dois, será que agora vai? Vamo pular prá próxima né?
Cheiro de lugar. Eu usando teu perfume, sair? Vamo vai?! Dividir o Beirute, a batata frita e até a Coca-Cola. É bom né?
Falo de uma simples arrumação de guarda-roupa, a arrumação de uma vida inteira.
2005. 2+5= 7
É! Talvez seja um indicativo, pode ser que seja um ano quase perfeito, e se não for? Farei com que seja.
Gy Sábado, Dezembro 25, 2004
Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
Somos um pé de planta.
E nessa fossa o pé adoece e a planta enfraquece.
Parece ridículo mas é bem isso mesmo.
Talvez seja o fim de ano, essa retrospectiva que nossa mente, sem o nosso consentimento, faz, ainda não sei se isso é bom ou ruim, penso nele, penso nela, penso em mim, penso nela, penso nele, penso em como é estar aqui e lá.
E em tantas idas e vindas acabo me dando conta que não sei também onde realmente é o meu lugar, aqui ou lá? Ela me inspira a fazer música: "...Não imagino minha vida sem você, não imagino o que seria de mim sem teu amor...", ele? ele também me inspira: "...A dor que eu sinto por não te amar é maior que a raiva que eu sinto por você, ainda..."
Aqui ou lá? lá também me inspiram, aqui? nem todos. Estou rodeada de "quase nenhum" amores que são grandes demais pro meu peito ou que simplesmente, (tô usando muito essa palavra), não são dignos de serem guardados por mim.
Tem Ela, tem ela, tem Ele, tem ele, tem eu, tem aqui, tem lá. Lá? não criei laços por incapacidade, aqui? consigo a proeza de ter apenas 2 ou 3 vínculos - que tipo de pessoa mora 19 anos num lugar e não consegue manter vínculos? Eu. Essa espécie, essa raça, ou qualquer coisa de pessoa.
Numa linda tarde de verão começei meu tratamento: 3 barras de chocolate e 1 caixa de bis, a noite, banho prá lavar a alma e o corpo que também tava precisando, violão... em vão. e numa noite linda, com uma lua maravilhosa, apelei pro tratamento de choque, o caso é mais sério do que eu pensava, depois do banho pus uma roupinha bem leve, desci o morro. Era agora ou nunca... a hora da verdade:
_"1 milk shake de flocos por favor!"
_"Com bastante calda de chocolate?" Perguntou a balconista.
_"Isso! Hoje mais que nos outros dias."
Estava anciosa, será que iria funcionar? Se não funcionasse não sei mais o que fazer, é nessas horas que eu queria gostar de beber, tenho certeza que algumas doses de seja lá o que for iriam melhorar meu ânimo, pelo menos por enquanto.
_" Taquí Gy teu milk shake de chocolate"
E eu, com aquela cara de nãoacreditoqueespereiessetempotodopránada digo:
_" Eu pedi de flocos"
Tudo bem, respira, respira, aaaaaa, isso, calminha, calminha, assim...
Chegou rápido, ainda bem, agora vou afogar minhas mágoas nesse milk shake e ligar prá Flávia; milk shake e um bom papo, mesmo que seja no celular.
Tô numa fossa que nem mesmo meu tão poderoso tratamento de choque fez efeito. Foi inútil, fui dormir mal prá c*r*l*o.
Não tem sentido esse négócio de pé de planta.
Gy Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
Sábado, Dezembro 11, 2004
Tô feliz. Feliz do tipo "simplesmente" feliz!
Sabe essas retrospectivas que a gente faz a cada fim de ano? Pois é, a desse ano foi diferente, notei que minha vida, este ano, foi diferente, eu estava diferente, esse ano me fez diferente (Deu prá entender né?).
Depois de muito tempo sem entender muito bem ou quase nada do que me acontecia, a vida tem mostrado que nada foi em vão, tudo tinha um propósito. A minha vidinha na minha small, small cidadezinha nunca seria a mesma. 1 ano foi o bastante pra que eu não fosse mais a mesma, tudo o que eu almejava, tudo o que pretendia fazer antes, as coisas que eu planejava, agora já tá conquistado, e agora? Agora eu amadurecí, É Flavinha você tava certa, talvez eu não quisesse isso, talvez eu não quisesse me tornar adulta, mas aconteceu, e agora tá acontecendo tudo de novo, tô lutando por outras conquistas, no meu horizonte eu vejo outros objetivos. Aceito a responsabilidade de estar me tornando adulta.
Tô de volta, por enquanto, e não sei como levar minha antiga vida na minha small small cidadezinha, a garota não se preocupa mais com nenhuma opinião que venha dessa small small cidadezinha, porque a garota cresceu. É... não tem como ser a mesma coisa, as coisas não podem voltar a ser o que eram antes.
Porque a small small garotinha, cresceu.
Gy Sábado, Dezembro 11, 2004
Sábado, Novembro 27, 2004
MANUAL DA SENHORA DE 20 Parte II
21- Carreteiro é um homem que carrega carga, nunca uma marca de vinho;
22- Mostrar-se sempre durona na frente dos outros;
23- Ter frequentes crises de riso;
24- Ser teimosa ao quadrado, não pô! Quadrada não;
25- Ter como maior tática a chantagem emocional;
26- Ter uma paciência que chega a ser irritante, ou seria demência;
27- Não precisar de grandes motivos pra ficar alegre, muito menos pra ficar triste;
28- Tentar ser politicamente correta, idiota não!
29- Ser feliz é o seu principal idel;
30- morrer de medo de ser magoada;
31- Gostar de coisas "normalmente" estranhas (CEP 20.000 é um bom exemplo);
32- Vibrar ao encontrar pessoas que também gostem dessas coisas "normalmente" estranhas;
33- Achar a hora de escovar os dentes a pior hora do dia. O quê? tá achando que eu não sou muito higiênica né? experimenta escovar os dentes duas vezes seguidas, com duaS escovas diferentes, depois cortar varios pedaços de fio dental e passar dente por dente e ainda ter que fazer gargarejo. E aí? E sim! Eu uso aparelho;
34- Não ter o menor problema em esperar os outros, afinal de contas você não é uma pessoa muito pontual;
35- Não importa quanto carinho você receba, você é carente por natureza;
Pronto!
Gy Sábado, Novembro 27, 2004
Quinta-feira, Novembro 11, 2004
Sem acontecimentos, ou simplesmente nada importante, sem idéias, ou idéias demais prá um cérebro com defeito organizar.
As coisas podem não ser tão ruins assim, é só olhar o lado bom ou apenas invertar um. Idéias demais prá um cérebro tão tumultuado organizar. Já que estamos em clima de aniversário, qual é mesmo o significado filosófico prá esse dia? Uma amiga minha fica com um mal humor infernal, e é um saco. Deus do Céu! É muita idéia prá ser organizada e eu não organizo nem meu guarda-roupa! Agora me pego pensando no tamanho da minha importância... e se eu morresse agora? Aposto que tinha gente que ia dizer " Devia ter passado mais tenpo com ela". Não sei se gosto daqui ou se é apenas um refúgio legal, não sei se todas as coisas que acredito e que estão entre o céu e a terra existem de verdade, nem sei se acredito de verdade!? É tanta idéia ao mesmo tempo. Tô falando muita bobagem... Talvez se eu conseguisse organizar isso...
Gy Quinta-feira, Novembro 11, 2004
Sábado, Outubro 30, 2004
Juntando a minha falta de criatividade prá escrever, resolvi postar esse texto que recebi dias desses.
Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor
( Alexandre Inagaki)
Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos.
Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido
do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente", ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos. Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série, ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da TV ligada na mesa-redonda ao final do domingo, das calcinhas
penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram - teimosos, e belos, e cegos, e intensos. Mas estes são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. Alguns os
chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso.
Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal.
PROCURA-SE: AMOR-FÊNIX
(ofereço generosa recompensa)
Gy Sábado, Outubro 30, 2004
Sábado, Outubro 23, 2004
Ah! que coisa boa. É bom ver o passado rebolar na minha frente e na tentativa de me seduzir ou sei lá o quê, ele acaba me despertando pro meu presente, e é aí que eu vejo o quanto minha vida tem mudado, o quanto sou feliz, muito felizzzzzzzzz, eu tenho alguns pequenos motivos, mas 1 só faz com que eu abra um sorrisão, esqueça o passado e comece a pensar no meu futuro, no nosso futuro.
Amor salva sabia? Salva os que sabem amar, destroem os que o usam como desculpa para suas tolíces.
Ah! E que parte de mim está morrendo? O tempo dirá.
Gy Sábado, Outubro 23, 2004
Terça-feira, Outubro 19, 2004
QUE PARTE DE MIM ESTÁ MORRENDO?
Com o passar do tempo muitas vidas morrem, muitas vidas nascem, muitas vidas são escondidas e depois aparecem, reaparecem, muitas vidas são sequestradaas e devolvidas, outras vezes simplesmente roubadas e nunca mais vistas ou abandonas sem nenhum ressentimento.
Tudo isso dentro de mim.
Que parte de mim está morrendo? A vida talvez não me responda, ela é a maior vítima, será que ela é vingativa?
Que parte de mim está morrendo? Eu não sei...
Talvez seja a Gy que durante meses viveu inconsequentemente, sem panos lógicos para a vida, prá ela só existia o hoje, prá ela a vida era injusta e divertida. Não! Essa Gy não está morrendo, essa foi abandonada, ela não era querida, não era bem vinda;
Talvez seja a Gy solitária, que procura a solidão e a tem como amiga e recusa a companhia de outras pessoas por medo de ser abandonada por sua amiga solidão, que numa linda tarde de domingo sai sozinha pra tomar milk shake numa lanchonete. Não! Essa Gy tá bem viva, hoje mais que nunca, hoje a solidão não é apenas uma companheira, é uma desculpa, quando perguntarem porque vivo só, apenas respondo: "Gosto da solidão".
Talvez seja a Gy carente, que quando ama dá até o último inspiro pela e para a pessoa que ama e lhe dá amor, que acabou de nascer mas que vive um amor hoje pensando no amanhã, que só quer um carinho nos cabelos, ser cuidada. Talvez essa seja a única feliz, feliz por viver o que foi predestinada a viver, um amor. Feliz por ter uma razão, um motivo prá dá "um" próximo passo.
Talvez seja a Gy que ama(va) a vida de um jeito que sorria quando o sol das 8:00 da manhã tocava no seu rosto, que fechava os olhos cada vez que sentia e ouvia o vento tocar em suas orelhas, que num silencioso dia de feriado, procurava as montanhas pra ficar consigo mesma, essa Gy dormiu por algum tempo e queria sair desse coma profundo que foi colocada. Essa Gy que no último domingo acordou em sua cidadezinha natal com vontade de fazer faxina no quarto, que vibrou por seu som, finalmente, ler um CD gravado, que dançou alegremente com flanela e lustra móveis nas mãos ao som de Casa das Máquinas e Los Hermanos e de repente parou em frente ao som prá ouvir "Ah! Porque tudo é tão tris-te?" mas ela estava alegre e logo depois voltou a dançar, que queimou um incenso que a muito tempo procurava e ficou olhando a fumaça e tentando pegá-la com as mãos, que apoiou a mãe quando ela disse que não iria cozinhar, que no domingo a noite voltou prá Recife, dormiu, acordou cedo prá ir a faculdade e estava com um ótimo humor, rindo, leve, estava decidida a deixar o mundo se aproximar dela, foi a melhor segunda-feira de muitos dias...
Essa sim, foi morta de um jeito cruel, na noite de segunda suas outras irmãs a sufocaram com o traveseiro em que ela estava cochilando, feliz. Foi sufocada até morrer.
Gy Terça-feira, Outubro 19, 2004
Segunda-feira, Outubro 18, 2004
Olha lá, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
no corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
não mede a força que já tem
exibe à frente um coração
que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
mas leva a cruz um pouco além
talhando feito um artesão
a imagem de um rapaz de bem
Olha ali, quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber
que foge sempre do lugar
deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar...
Gy Segunda-feira, Outubro 18, 2004
Sábado, Outubro 16, 2004
1º DIA É PHODA
Gy Sábado, Outubro 16, 2004
Sexta-feira, Outubro 15, 2004
O que vejo fora da janela não me agrada
Uma vida inteira que não foi feita prá mim, e aqui dentro tudo é tão frio
Cadê a vida que havia aqui? Cadê a vida que havia aqui?
Cadê a vida que eu procurei? Será que se mudou?
Gy Sexta-feira, Outubro 15, 2004
Sábado, Outubro 09, 2004
Escrever, certo. Mas pra quê? Se nem eu mesma sei o que escrever, escrever por escrever não dá.
Tudo bem, vamos lá:
Posso falar sobre vários assuntos...
Política: O povo merece o que têm, esses políticos ladrões, corruptos (que é a mesma coisa de ladrão só que é bonito), tão é certos, tem que roubar mesmo, porque é disso que o povão gosta, se for honesto não é eleito, o povo não valoriza.
Religião: cada um tem a sua.
Família: cada um também tem a sua
Comportamento: cada um tem o seu
Eu:... Não sei bem, tô me sentindo indefinida e sem vontade de escrever.
Maris e Zé, gostei de ter conversado com vocês.
Gy Sábado, Outubro 09, 2004
Sexta-feira, Outubro 08, 2004
A INCRÍVEL ARTE DE PENSAR...
HEBE pensa que é gostosa
TIAZINHA pensa que é atriz.
ADRIANE GALISTEU pensa que é uma diva.
FÁBIO JR. pensa que é Brad Pitt.
DANIEL pensa que é homem.
RUBINHO pensa que é excelente piloto.
JOSÉ WILKER pensa que é Rubens Ewald Filho.
XUXA pensa que ainda faz sucesso com crianças.
LUCIANO SZAFIR pensa que é o pai.
PAULO COELHO pensa que é Merlin.
LUCIANA GIMENEZ pensa que é apresentadora.
CLODOVIL pensa que ainda tá podendo.
GUGU pensa que é honesto.
MARTA SUPLICY pensa que é Hilary Clinton.
VERA LOYOLA pensa só na Perepepê.
CHICO ANYSIO pensa que faz graça.
MIGUEL FALABELLA pensa e faz tudo ao mesmo tempo.
PADRE MARCELO ROSSI pensa que é pop star.
WANDERLEY LUXEMBURGO pensa que é intelectual.
GISELE BUNDCHEN pode pensar o que ela quiser
CARLA PEREZ acha que pensa.
ASTRID FONTENELLE pensa que é simpática.
RONALDINHO pensa que é o nº 1.
BETTY FARIA pensa que vai ter 40 anos nas próximas 3 décadas.
JÔ SOARES pensa que é unanimidade.
CAETANO VELOSO pensa que é "Deus".
ACM "tem certeza".
MEU chefe pensa que estou trabalhando....
O TEU também.
Gy Sexta-feira, Outubro 08, 2004
Sábado, Outubro 02, 2004
Só
Cavalinho, pazinha, baldinho...
Vem cá meu filho, me dá um beijinho...
Não, não quero transar não, só dizer que eu gosto de você assim, de graça, é...
AMOR GRÁTIS!
Uma dor na barriga. é a transformação.
A torta de nata com caldo de chocolate e chantili ta virando cocô, igual à farofa, igual ao hambúrguer, eu sou só o canal. E é igual ao meu salário também, eu sou só um canal, ele passa.
Isso me deixa muito estressada, um Lexotan, por favor. Não, hoje eu durmo sem, to na área. GOOOOOOOOOOOL!!!!!!!!!
E já ta tudo tão bom. Cerveja subiu? Ah beleza, vamos Nelson, Alexandre, Paulo, Cláudio, Júnior, Maurício, Leonardo, Eduardo, Paulo, Plínio, quanto defunto...
Além Paraíba, longe é um lugar que existe dentro da gente.
Eu tô sempre me procurando, sempre que eu me encontro eu descubro que eu mudei de endereço, casa velha, troços, destroços, uma miopia...
AH QUE NADA! É outro enfoque pra vida, percepção dos fatos alterada por uma névoa, neve, um frio no coração, órgãos no frigobar.
Por favor garçom, queria me ver um coração ao molho, bem quentinho que eu estou me sentindo assim, meio morta.
Ah, e pra beber, uma garrafinha de lágrimas... com gás, por favor.
Mais um poema do Sarau gravado pela revista Trip. Alan acabou de me enviar, era esse poema que queria postar.
Gy Sábado, Outubro 02, 2004
Eu acho que a vida anda passando a mão em mim...
Eu acho que a vida anda passando a mão em mim...
Eu acho que a vida anda passando...
A vida anda passando...
Eu acho que a vida anda passando a mão em mim...
Há vida em mim...
E por falar em sexo, quem anda me comendo é o tempo, mas aí eu disse: - Tempo, se você tem que me comer, que seja com o meu consentimento! Acho que gannhei o respeito do tempo, desde então ele tem sido bom comigo.
Sarau bem antigo gravado pela revista Trip
Gy Sábado, Outubro 02, 2004
Terça-feira, Setembro 28, 2004
Pode ser...
Uma música; um sentimento; uma briga; uma cor; um abraço; um beijo... Qualquer coisa que me faça sentir em casa.
Pode ser...
Uma comida; um grito; um olhar; um chulé, uma bagunça; uma hora; uma estória...Qualquer coisa que me faça sentir em casa.
Pode ser...
Um presente; um sorriso; um rabisco; uma cama; um mofo... Pode ser qualquer coisa que me faça sentir em casa.
Pode ser...
O frio na madrugada; o barulho da rua; um stress; um filme; um chinelo velho; um chinelo novo; um urso de pelúcia; uma caneta; um sofá... Pode ser qualquer coisa que me faça sentir em casa...
Gy Terça-feira, Setembro 28, 2004
Quarta-feira, Setembro 22, 2004
Gy Quarta-feira, Setembro 22, 2004
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